quarta-feira, 6 de junho de 2012

RESENHA - FÁBULAS AO ANOITECER


Olá, como estão?

A resenha dessa semana é de um dos mais novos livros da Georgette Silen – sua fofa! - Fábulas ao Anoitecer.
Como havia mostrado AQUI, o comprei diretamente com a Georgette na Odisséia e acabei passando ele na frente de outros livros. Não tinha como não fazê-lo! Hahaha

Bem, vou deixar meus comentários para o “tempo certo”.



RESENHA
Fábulas ao Anoitecer é uma compilação de contos, todos tendo alguém elemento fantástico. São ao todo onze contos, não ligados uns aos outros, são independentes e FANTÁSTICOS.
O primeiro conto, Até Que os Anjos nos Separem, tem sua trama envolta por personagens que recebem muitos nomes, mas que exercem um papel muito distinto. É uma história centrada na luta do bem contra o mal, iniciada por uma mera brincadeira com a tábua Ouijá.
Em Olhos da Noite e do Dia, a trama é entrelaçada por seres tão encantados quanto os do primeiro conto. Um garoto que rouba para sobreviver se vê preso em um labirinto em busca de um antigo tesouro, apenas por tentar roubar a “pessoa” errada. Nos corredores escuros do labirinto encontra o que achava ser o seu fim, montes de corpos de cavaleiros estirados pelo chão, todos condenados pela mesma missão, mas que falharam miseravelmente. E cabe a ele e sua amiga fadinha por um fim naquilo, testando sua coragem e honra.
O Anel e a Pérola Solitária é o terceiro conto, trazendo a história de uma garota que era taxada como estranha e esquisita, mas que vê sua vida tomar um rumo diferente quando quinze anos, quando descobre que não era, exatamente, quem achou que fosse.
O quarto conto, Jack, trás a história do personagem homônimo, e tão conhecido por nós – porque TODOS já ouviram falar de Jack, O Lantern! –, nos mostra como se tornou “O Lantern”, que motivos o levaram a seguir este caminho.
A Princesa de Mangaleão vem com suas mágicas terras, nos contar a história de uma rainha e um rei que desejavam ter uma criança, mas que não tinham sido abençoados ainda com tal dadiva. Certa noite, que mudaria a vida de todos em Mangaleão para sempre, a rainha seguiu para a floresta, para longe de todos, tomada por uma enorme angustia, mas que dela veio o melhor de seus presente.
Como sexto conto temos A Senhora do Lago, uma releitura dos contos arturianos, nos mostrando personagens já muito conhecidos em uma trama totalmente diferente e... mais moderna por assim dizer. O que aconteceria se o mundo precisasse novamente da Excalibur?
Uma Quase Tragédia Grega, vindo diretamente das Ilhas Gregas, o conto revive personagens/monstros de sua mitologia em uma nova perspectiva quando Medusa e suas irmãs ameaçam os estudante de um pacifico colégio.
O Holandês Voador, acho que tal conto despensa uma prévia história... mas não uma leitura completa!
Como nono conto, A Menina dos Fósforos é uma trama belamente assustadora, iluminada por suas luzes bruxuleantes em tons azulados e de caráter fantasmagóricos.
Alquimia Perfeita, um conto que dá o que pensar! Nos trás personagens também muito conhecidos como Nicholas Flamel, em uma trama que viaja entre o futuro e o passado, onde Nicholas conhecera sua esposa, Perenelle, que está ali atrás do artefato que lhe ajudará a salvar sua era.
E por último, mas nem por isso menos importante e que fecha o livro com “chave de ouro”, o conto A Folha em Branco. Neste conto entendemos o “porque” de todos os autores temerem uma “folha em branco”.

MINHA OPINIÃO
Fábulas ao Anoitecer é simplesmente FANTÁSTICO, em todos os sentidos que a palavra puder abrigar. A Georgette fez um lindíssimo trabalho ao nos apresentar a contos onde há elementos que já conhecemos, mas em uma trama diferenciada, ou até mesmo “abrindo” nossos olhos (como no caso do conto Alquimia Perfeita).
Não sei se foi intencional ou não, mas em cada conto podemos sentir uma “pegada” de outras histórias, como no primeiro conto “Até Que os Anjos nos Separem”, que começa como apenas mais uma história de adolescente que mexeram com a tábua Ouijá, mas que depois ganha um toque “à lá Dan Brown” e que evolui para algo mais “apocalíptico”. Ou como em “Uma Quase Tragédia Grega”, com sua essência meio Percy Jackson.
O livro é acima de tudo, muito inteligente! Não são contos soltos, com personagens soltos, são contos com uma base bem sólida, que permite tal... moldagem e que foi muito bem feita. É cultura! Hahaha

Eu estava muito ansiosa para ler e quando comecei me senti... “em casa”, é essa a sensação que se tem ao ler Fábulas ao Anoitecer, tão familiar, mas tão inusitado e diferente ao mesmo tempo. Você imagina o que está para acontecer ou que sabe o que vai acontecer, mas a Georgette dá um novo rumo.
E uma coisa que não pude deixar passar ou ignorar foi a “ponte” entre um conto e outro. São histórias totalmente independentes, que se passam em universos tão distintos e cada um envolve histórias e personagens que não estão ligados ao conto anterior ou ao que está por vir. Maaasss, eu percebi que haviam... certas palavras, que ao ler você meio que faz essa “ponte” com o outro conto. Porém não são coisas tão “relevantes”, é que elas “saltavam” quando as lia e eu pensava “Own, tinha isso no outro conto...”.

O livro é um prato cheio para quem curte mitologia, lendas, seres encantados vindos de todas as partes do mundo.
Eu não sou muito fã de Ficção Científica, mas o que a Georgette fez foi algo incrível! Em alguns contos há ambos os elementos, a Ficção Científica e a Fantasia, trabalhados de forma tão harmoniosa que dá aquele gostinho de quero mais e você fica triste porque o conto acabou.

Não tenho como dizer qual dos contos é o meu preferido, não tem como escolher apenas um. O que dá para fazer, no máximo, é “ordená-los” por preferência, mas mesmo assim fica difícil. No entanto, com toda certeza, Jack e Alquimia Perfeita estão no topo... dividindo lugar com os outros... hahaha.
Eu simplesmente AMEI o livro, essa é a verdade... ainda mais porque o meu está autografado!


Espero que tenham gostado, em breve trarei mais resenhas.


Até mais!!!
Bjus =***



terça-feira, 5 de junho de 2012

TEMPEST de JULIE CROSS

Olá, como estão?

Trago hoje o livro esperado e que está sendo lançado pela Editora Jangada. Vamos ao livro, depois meus breves comentário, okay?!

TEMPEST 
Autora: Julie Cross
Editora: Jangada
Ano: 2012

SINOPSE: ma combinação ágil e inteligente de aventura, romance e ficção científica... Depois de ler a primeira página, você também vai querer ‘saltar’ no tempo para saber o que vai acontecer no final...” O ano é 2009. Com 19 anos de idade, Jackson Meyer é um cara normal... Ele está na faculdade, tem uma namorada... mas é capaz de viajar no tempo! Porém, não é como nos filmes – nada muda no presente durante os seus saltos para o passado e ele não precisa se preocupar com problemas no continuum do espaço- tempo ou com capacitores de fluxo defeituosos – seus saltos são apenas de uma diversão inofensiva... Isto é... até o dia em que dois estranhos invadem o dormitório ond estão Jackson e a namorada, Holly, e durante uma luta, ela leva um tiro. Em pânico, Jackson salta dois anos no passado, ou seja, para 2007. Mas algo está diferente. Essa não é como suas outras viagens no tempo. Agora ele está preso em 2007 e não consegue mais voltar para o futuro. Desesperado para voltar a 2009 e salvar Holly, mas incapaz de voltar, Jackson não vê alternativa senão tocar sua vida em 2007 e aprender o que puder sobre suas habilidades. Não muito tempo depois, as mesmas pessoas que atiraram em Holly em 2009, membros de um grupo apelidado pela CIA de “Inimigos do Tempo”, vêm à procura de Jackson, no passado. E nada vai detê-los até que consigam recrutar esse jovem e poderoso viajante no tempo. Recrutá-lo... ou matá-lo. Enquanto procura pistas sobre as origens da sua família, os Inimigos do Tempo e o departamento da CIA que monitora os viajantes do tempo – o Tempest –, Jackson precisa decidir até onde está disposto a ir para salvar Holly... e, possivelmente, o mundo inteiro.


Confesso que foi um livro que não me chamou muito a atenção, desde que eu procurava livros para um dos "Tea Thursday", por isso você não o viram por aqui antes.
Quanto a capa, ela me faz lembrar muito, como uma mistura, de Halo (e todas as suas capas) com os livros da série Os Imortais... acho que poderiam ter caprichado mais nele - Jangada manteve a capa original -.
Mas vou dar uma chance a ele, por que não?! Hahaha


Até mais!!!
Bjus =***




segunda-feira, 4 de junho de 2012

FILME: A INVENÇÃO DE HUGO CABRET


Olá, como estão?

Mais uma crítica de filme, desta vez de um que faz própria analogia ao cinema, mostrando personagens que realmente existiram, mas que pode não ser conhecido por alguns, porém que foram fundamentais para que a 7ª Artes chegasse onde está hoje.

SINOPSE: Paris, anos 30. Hugo Cabret é um órfão que vive escondido nas paredes da estação de trem. Ele guarda consigo um robô quebrado, deixado por seu pai. Um dia, ao fugir do inspetor, ele conhece Isabelle, uma jovem com quem faz amizade. Logo Hugo descobre que ela tem uma chave com o fecho em forma de coração, exatamente do mesmo tamanho da fechadura no robô. O robô volta então a funcionar, levando a dupla a tentar resolver um mistério mágico.



CRÍTICA DO FILME
Partindo da sinopse, ela não faz jus nenhum ao filme, essa é a verdade! Ao ler, até parece um filme que passaria umas “quinhentas vezes” na Sessão da Tarde – Mas é melhor que Lagoa Azul, garanto, hahaha –. Não é um filme “apenas” sobre o tal robô, ele serva mais como um pretexto para uma trama mais profunda, nos conduzindo por uma corrida quase que frenética junto com Hugo e suas descobertas, sobre o propósito das pessoas e do seu próprio.
Confesso que o mais próximo que havia chegado do filme, antes de assisti-lo, foi o cartaz no cinema. Não tinha lido nem mesmo a sinopse (o que faria com que eu, talvez, perdesse o interesse de assistir), então foi algo totalmente “SURPRISE!”.
No início o foco do filme é o robô (chamado de autômato* no filme) realmente, mas quando Hugo consegue fazê-lo funcionar novamente o foco muda, a partir do momento em que o autômato faz um desenho e assina nele, nos apresentando a George Méliès (conhecido por levar adiante o sonho dos Irmãos Lumière, pioneiros que criaram o cinema como conhecemos hoje). Imediatamente reconheci o desenho feito pelo autômato.

O filme é simplesmente fantástico, conseguiram ambientar e trazer um brilho peculiar, o mesmo brilho que os filmes de G. Meliès levou às pessoas na sua época e acho que a intenção era realmente essa.
A Invenção de Hugo foi uma “SURPRISE!” muito agradável, é o tipo de filme que, além de ter uma moral final, é “educativo” (na falta de uma palavra melhor), pois muitos nomes famosos são citados, desde atores à escritores e claro, cineastas.

A única coisa, na minha opinião, que ficou um pouquinho forçada foi o drama em certo momento, por parte do Hugo. É “entendível”, pois ele perdeu os pais e o tio o abandonou na estação de trem, mas mesmo para um garoto da idade dele, ficou algo muito forçado. No entanto, é a única parte no filme INTEIRO que poderia ter sido... mais suave, apesar de ser necessária.

A Invenção de Hugo entrou para a minha lista de favoritos – não tem como ter apenas um, nee?! –. É o tipo de filme que você veria de novo e de novo e mais uma vez, para pegar todos os mínimos detalhes ou apenas para se transportar para aquele mundo novamente.
Está mais do que recomendado, são momentos que fazem jus à 7ª Arte!

Curiosidade: A Invenção de Hugo Cabret foi dirigido por Martin Scorsese, produzido também, mas ao lado do ninguém mais, ninguém menos que Johnny Depp (como um dos produtores).

*Autômoto: Objeto de forma humana ou animal, provido de engonços e de movimentos acinonados por um maquinismo oculto. Máquina que se move com força própria. (Segundo minha enciclopédia, um autômato é isso... vou acreditar nela, hahaha).
Em outras palavras, um autômato é um fantoche, mas que não precisa do “auxílio” humano para funcionar.


Espero que tenham gostado, não esqueçam de comentar, mandar seus e-mails, pombo correios... ou até sinal de fumaça, tô aceitando também, hahaha.



Até mais!!!
Bjus =***



domingo, 3 de junho de 2012

MERMAID de CAROLYN TURGEON

Olá, como estão?

Hoje trago um dos mais novos lançamentos da editora iD, que sempre vem trazendo coisas novas e com capas maravilhosas - porque sim, comemos com os olhos! hahaha -


MERMAID - UMA REVIRAVOLTA NO CONTO ORIGINAL
Autora: Carolyn Turgeon
Editora: iD Editora
Ano: 2012

Lançamento: 06/06

SINOPSE: Numa manhã sombria, enquanto observava o oceano, a princesa Margrethe presenciou um milagre: uma linda sereia emergindo das ondas com um homem quase afogado em seus braços. Alguns instantes depois, a sereia havia desaparecido no mar. A princesa resgata o desconhecido e se encanta aos poucos, mas descobre que além de príncipe, o homem é também filho do maior inimigo de seu pai. Enquanto isso, Lenia, a sereia – e também princesa – deseja encontrar novamente o homem que carregou com tanto cuidado e por quem se apaixonou perdidamente. Ela está disposta a trocar tudo que tem, até a própria voz, para conquistar o coração do príncipe. Duas princesas, um guerreiro. Quem será feliz para sempre?



Até mais!!!
Bjus =***




sábado, 2 de junho de 2012

MORDIDA de MEG CABOT

Olá, como estão???

Hoje é sábado, dia de "Perfil do Autor", mas como o blog ficou bastante dias sem atualização estarei usando o "espaço" - não é para sempre hahahah - para trazer livros e não autores, okay?!

E para começar...


MORDIDA 
Autora: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Ano: 2012

Lançamento: 26/06

SINOPSE: O poder especial de Meena Harper finalmente será valorizado. A Guarda Palatina – uma poderosa unidade secreta que caça demônios – a contratou para trabalhar na filial de Manhattan. A questão é: seu ex-namorado, Lucien Antonesco, é filho do Drácula e o príncipe da escuridão. Tudo bem, Meena decidiu que já chega de vampiros em sua vida. Ao menos até que consiga provar que, mesmo não tendo alma, os seres demoníacos não perderam a capacidade de amar.







Até mais!!!
Bjus =***






sexta-feira, 1 de junho de 2012

IN MY MAILBOX #13

Depois de um longo tempo sem este meme, ele voltou!!!! \o/

No "Im My MAilbox" de hoje, vou mostra o kit que chegou para mim hoje.
O kit é do livro Os Deus do Mar da Simone O. Marques (que eu já mostrei AQUI), o ganhei em uma promoção do blog CNA.



Ele é simplesmente LINDO, no kit tem o livro, marcador, uma caderninho de Resenhas e um diário!



OBRIGADA!!!

Como eu já tinha dito, estou muito ansiosa para lê-lo, mas a resenha dele vai sair na do Book-tour, que acabou sendo ele um dos livros, okay?!


Até mais!!!
Bjus =***



RESENHA - ENCONTRO NA NOITE

Olá, como estão?

Finalmente estou de volta, depois de alguns dias sem internet. Peço desculpa pelo blog ter ficado sem muitas atualizações durante esses dias, mas agora está de volta a ativa e volta com Resenha e In My Mailbox.

Vamos lá?!

Depois de apenas algumas horas de leitura – literalmente algumas horas, comecei á tarde e terminei de noite – terminei Encontro na Noite, da Mia Antiery (falei do livro AQUI). Foi o primeiro livro do book-tour – eu não consigo escrever sem música, peraí... pronto, agora sim hahaha – e eu estava muito ansiosa para lê-lo... bem vou deixar meus comentário para o momento apropriado.



RESENHA
Em Encontro na Noite, conhecemos Rose, uma garota humana que tem a vida mais monótona que qualquer humano pode imaginar. Ela sempre se sentiu deslocada, na sua família, sua cidade... enfim, na sua vida. Isso até a noite com a qual o livro começa, seu sonho, literalmente havia se tornado realidade. Quando Rose acordou sabia que algo estava diferente, nem sua vontade de sentar-se ao sol e desfrutar do seu café da manhã era algo que lhe agradava, o sol lhe incomodava. Não sentia fome, mas sentia sede, porém não de água ou um refresco bem gelado.
Em sua mente a possível causa já pairava, e apenas foi confirmada quando viu se reflexo no espelho e em seu pescoço encontrou duas marcas... de mordidas. Rose sabia no que havia se transformado, ou melhor, qual sua condição de quando acordou naquela manhã, depois daquele sonho...
Temendo que fosse uma ameaça para sua família ou qualquer pessoa da cidade de Montes Claros, pois se recusava a matar tanto uma pessoa quanto um animal para saciar sua sede, se mudou para o Rio de Janeiro, indo morar com sua melhor amiga, Juliana.
Mesmo estando na cidade mais ensolada do país, Rose andava com roupas de inverno, tento amenizar os efeitos do sol em sua pele. Sua condição física não era das melhores, parecia estar doente, isso porque desde àquela manhã não tinha bebido nem sequer uma gota de sangue. E viver sob o mesmo teto que Juliana não tornava as coisas melhores.
Em um pequeno acidente, ela viu seu autocontrole sendo testado. Juliana acabou por cortar seu dedo em uma faca, deixando o cheiro do sangue quase tomar o controle dos sentidos de Rose, mas antes que ela pudesse atacar a amiga ela saiu para “esparecer”.
Depois que voltou, Juliana acabou descobrindo da sua nova “condição” e fez de tudo para a amiga se alimentar, até mesmo sangue de um Banco de Sangues ela conseguiu, mas nada foi capaz de fazer Rose se alimentar. E quando ofereceu seu próprio sangue, Rose tinha chegado ao sei limite, não tanto de fome, e sim por não querer machucar a amiga.
E foi nessa sua outra caminhada pela noite que Alessander entrou na sua vida, de forma mais... “concreta”. A partir daquele “Encontro na Noite”, a vida de Rose tomou um rumo em que apenas assistia as coisas acontecer, tudo para que não visse sua família partir ou vê-la permanecer parada no tempo.
Entendeu, em parte, porque Alessander havia a transformado. Mas no meio de tudo isso, havia seus sentimentos, que eram tão influenciáveis à Alessander quanto qualquer coisa, se ela sentisse sede (como vinha sentido desde que havia sido transformada), Alessander também sentiria.
Depois de alguns acontecimentos – que eu não vou contar, porque perderia a graça hahaha – Rose segui para a Argentina, com um novo nome, em uma nova casa e com uma nova vida. Mas há algo que a incomoda, algo que ela gostaria que fosse diferente.
Alessander é realmente indiferente à sua “existência” dentro de casa, fazia de tudo para não tocá-la, ou se tinha que fazê-lo, tornaria o momento mais breve que qualquer coisa. Isso fazia Rose se sentir um fardo, então decidiu que lhe daria “espaço”, se era o que ele estava desejando.
Com um empréstimo de Alessander ela montou uma loja e para ajudá-la, convidou sua amiga Juliana. Mal sabia ela que sua existência estava prestes a fazer outra “volta na montanha russa” e impor novas situações por quais teria que transpor se realmente queria viver com Alessander, se realmente o amava. Claro que isso implicava uma pequeno “inimigo”!

MINHA OPINIÃO
Haaah, vou deixar vocês no suspense, hahaha... tá, parei... O que dizer sobre Encontro na Noite... É UM LIVRO DE VAMPIROS, preciso dizer algo mais?!
Desde que vi a capa (e depois dizem que não comemos com os olhos... humpf), sabia que tinha que lê-lo, por isso o coloquei na minha lista de livros do book-tour. Mas até quarta-feira passada eu não sabia que estava no book-tour dele, fiquei surpresa quando ele chagou e SUPER FELIZ – por isso digo: “O Universo é grande e sabe o que faz!” – enfim, obrigada Verônica e Mia por me darem essa oportunidade!
Voltando ao livro, sua leitura é super fluída, no começo até um pouco demais, porque a história começa com a transformação da Rose e não há “dúvidas” sobre o que ela é, a personagem deduz e não se importa com sua nova “condição”, não que isso seja ruim, mas poderia ter havido um pouco mais de... contrariedade por parte da Rose.
As coisas acontecem tão rapidamente no começo que é como se... vocês estivesse perdendo o controlo sobre algo e que se torna impalpável. Porém, quando “certas” coisas são esclarecidas, os acontecimentos ficam mais “lentos”.
Mas talvez seja essa a intenção, nos fazer ver a vida ou existência aos olhos de um vampiro, perceber como as coisas são rápidas para eles, ora estão aqui, outra já estão do outro lado do mundo, porque eles tem essa “rapidez”. Mas se torna totalmente lenta quando se trata de meros mortais, perto deles, os vampiros seguem com tal fluidez que é como se vivessem em câmera lenta. Gosto dessa contradição de rapidez e lentidão, porque os vampiros tem toda a eternidade para fazerem algo, no entanto, são tão rápidos como a velocidade da luz.

Rose, uma personagem realmente cheia de espinhos, no começo ela era um pouco irritante, mas uma coisa que me fez gostar dela depois foi a sua evolução. Ela começa o livro um pouco irritante, mas é MUITO notável a queda da sua “barreira”, a fazendo evoluir e isso é uma das coisas que mais gosto em personagens, o momento em que podemos “presenciar” a sua evolução.
Alessander – que muitas vezes fiquei tentada a ler “Alexander” hahaha –, haviam momentos em que se ele estivesse na minha frente, eu o pegaria pelo colarinho e o encheria de tapas, como nos filmes, de um lado para o outro e perguntaria “Você é burro ou o quê?”. Por Lord, ele era influenciado pelos sentimentos da Rose, como podia ser tão frio?
Maaasss........ depois ficou explicado o porque ele sempre era tão... “distante” quando se tratava de tocá-la.
Juliana, a amiga de Rose, ela adorável, simplesmente adorável! E ela é “ruiva”, adoro personagens ruivas, sejam naturais ou não!
E Wagner, o “inimigo” e “encosto” que aparece depois, um garotinho mimado e MUITO irritante, adorei o final dele.

Como posso dizer o que está em minha mente, sem ser impactante ou desagradável demais... Quem acompanha o blog sabe que eu odeio os famigerados ditos “Triângulos Amorosos”, não que ele seja o fator que me faça não gostar de um livro, longe disso, apenas não gosto da enrolação que se cria entre os personagens. E Encontro na Noite... NÃO TEM TRIÂNGULOS AMOROSOS *atira confetes e solta fogos de artifício*... tá, talvez eu tenha exagerado, mas não posso deixar passar esse fato, não dá gente!
Acho completamente chato e irritante a “indecisão” da personagem “B” sobre com qual deve ficar e mais ainda a “luta” entre os personagens “E” e personagens “J” pelo amor da dita cuja, “B”. Isso é totalmente inútil e Encontro na Noite está aí para provar isso!
Não importa o quanto os personagens “E” e “J” briguem, no final vai vencer, não aquele que “conquistou” o coração da personagem “B” por meio dessa luta e sim aquele que já tinha o coração dela desde o começo. E eu AMEI esse fator no livro, simplesmente AMEI!
E além do que, em nenhum momento a Rose duvidou dos seus próprios sentimentos por Alessander, em nenhum momento se viu dividida entre ele ou Wagner, muito pelo contrário, sempre foi muito decidida em NÃO ficar com este. E eu gosto muito de personagens assim!

Acho que a única coisa que poderia ter sido um pouco mais trabalhada no livro, eram os momentos íntimos ou os que precedem tais, entre a Rose e o Alessander – esse é o meu lado pervertido falando, mas todas nós temos esse lado, não é meninas?! Hahaha –. Ficava implícito que “algo” acontecia, haviam os beijos, mas... adoro ter um pouco mais de... detalhes.

Ah, sim, disse que falaria da capa, nee?! Simplesmente LINDA, não tem como não ver o “menino” da capa como o Alessander, ficou tão perfeito e a Rose também. AMEI!!!
Há toda a “química” subentendida e apresentada entre a Rose e o Alessander na capa, e não poderia ser mais perfeito.



Enfim, se eu não parar de escrever, isso vai acaber se tornando um livro – sem trocadilhos, por favor! Hahaha –. Eu simplesmente AMEI o livro! MIA, QUERO MAIS!!!
Agradeço mais uma vez e quantas forem preciso, a você, Mia e você, Verônica por esta chance. Chande de conhecer a Rose e Alessander, deste “Encontro na Noite”, muito obrigada!

Espero não ter sido dura na resenha, ás vezes acho que “falo” demais e que acaba se tornando grosseiro, sem a intenção.

O livro já está à caminho do próximo blog!


Até mais!!!
Bjus =***



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